Tudo aconteceu numa loja de sapatos.
Estava a experimentar umas lindas sandálias abertas à frente para uma viagem de aniversário. Quando calcei uma delas, vi o meu pé refletido no pequeno espelho no chão. A minha alegria transformou-se imediatamente em vergonha.
Ali estavam elas. As minhas unhas dos pés grossas, amareladas e quebradiças. Um segredo horrível que escondia há anos.
Tirei rapidamente as sandálias, murmurei “não são para mim” e saí da loja de mãos vazias, com a cara a arder de vergonha.
Durante anos, essa foi a minha realidade. Experimentei todos os cremes da farmácia e todos os banhos para os pés sem resultado, só para acabar desiludida.
O meu médico também não ajudou, dizendo que os danos provavelmente eram permanentes. Sentia-me presa, resignada a uma vida a esconder os pés em sapatos fechados.
Até que uma amiga, que já me ouvia queixar há anos, falou-me de uma abordagem diferente que tinha encontrado online, algo chamado Orivelle!
Não era um creme nem um comprimido. Era uma caneta de cuidado das unhas, desenvolvida por um cientista que nem sequer estava à procura de uma solução para fungos quando a criou.
Uma Descoberta Inesperada de Um Especialista Que Viu os Fungos de Outra Forma
O nome dele é Miguel Almeida.
E não é podologista. É especialista em formulações naturais e dedica-se a estudar como os compostos botânicos penetram materiais orgânicos resistentes, como o cabelo e as unhas.
Estava a trabalhar numa fórmula para ajudar a fortalecer o cabelo quebradiço quando reparou em algo surpreendente na sua combinação específica de óleos vegetais. Estes tinham uma capacidade única de transportar nutrientes através da superfície de queratina da unha.
Percebeu então que esta descoberta podia ajudar a resolver uma das principais razões pelas quais os tratamentos para fungos nas unhas falham: não conseguirem chegar ao local onde o problema realmente se encontra!